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Dólar opera em baixa com ação do Banco Central no radar

Dólar opera em baixa com ação do Banco Central no radar

Após uma leve alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (28) em meio à perda de força do petróleo no exterior, o dólar ante o real passou a cair e renovou mínimas diante de interesses no enfraquecimento da Ptax diária visando os leilões de linha de até US$ 1 bilhão, depois do meio-dia. A taxa de câmbio a ser utilizada na venda pelo BC será a da Ptax das 12 horas. Na terça-feira (27), a venda de US$ 2 bilhões em linha num único leilão ajudou na queda de 1,24% do dólar à vista, que fechou a R$ 3,8739.

Às 9h44min desta quarta-feira, o dólar à vista caía 0,30%, a R$ 3,8626. O dólar futuro de dezembro recuava 0,34%, a R$ 3,8620.

Os investidores estão na expectativa pela retomada das negociações sobre a revisão do contrato de cessão onerosa nesta quarta-feira e minimizam a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de que o futuro governo “talvez não consiga” votos para aprovar a esperada reforma da Previdência no Congresso.

No exterior, o índice DXY do dólar oscilava por volta das 9h30 ao redor da estabilidade ante uma cesta de moedas fortes. Os investidores estão à espera de um discurso à tarde do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, e da divulgação no fim da manhã da segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) americano do terceiro trimestre. A apostas do analistas é de um crescimento de 3,5% ao ano do país. Já o ajuste da divida americana frente a moedas emergentes está misto nesta manhã.

No caso do euro, a sua cotação atingiu os menores níveis em duas semanas ante o dólar mais cedo, após relatos desta terça de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá impor tarifas a veículos importados do bloco europeu e em meio às incertezas em torno do impasse orçamentário da Itália com a União Europeia.

Já a libra opera em alta nesta manhã, pressionando a Bolsa de Londres, após relatos de que a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, poderá permitir que parlamentares apresentem emendas a sua proposta de acordo para o Brexit. Para a estrategista de câmbio do Rabobank, Jane Foley, o suposto recuo de May pode levar investidores a considerar que aumentaram as chances de o Parlamento britânico aprovar o acordo, em 11 de dezembro.

 

Fonte: Jornal do Comércio.